A exposição “A Ecologia de Monet” foi prorrogada até 6 de setembro de 2025, e esta é a última semana para conferir de perto o trabalho do pintor francês. Entre 2 e 6 de setembro, o MASP ficará aberto até meia-noite nas terças, quintas, sextas e sábados, oferecendo mais oportunidades para a visitação. E o melhor: com entrada gratuita a partir das 18h.
A mostra reúne 32 pinturas de Claude Monet, muitas delas inéditas no hemisfério sul, e explora a relação do artista com a natureza e as transformações ambientais no final do século XIX. Organizada em cinco núcleos temáticos, a exposição revela como Monet retratou as mudanças ambientais de sua época e a crescente industrialização das paisagens europeias, oferecendo um passeio em família repleto de cores, descobertas e boas conversas entre gerações.
O que esperar do passeio no MASP?
O passeio pelo MASP começa no icônico edifício de Lina Bo Bardi, um dos cartões-postais da Avenida Paulista, e se transforma em uma viagem pelas margens do rio Sena, pelas neblinas londrinas e pelos jardins cultivados de Giverny, onde Monet viveu seus últimos anos.
Dividida em cinco núcleos, a exposição apresenta:
“Os barcos de Monet”: explora a presença constante das embarcações em seus quadros, associando o tema ao curso d’água como parte do cotidiano industrial e natural; “O Sena como Ecossistema”: destaca o envolvimento do artista com o rio Sena, desde sua infância no norte da França até suas longas explorações das margens do rio. Um grande painel curvo no espaço expositivo simula o trajeto do rio; “Neblina e Fumaça”: revela como Monet retratou as condições atmosféricas e a poluição urbana de maneira poética e crítica; “O Pintor como Caçador”: mostra a sensibilidade do artista ao observar e capturar rapidamente mudanças de luz e clima em suas paisagens; “Giverny: Natureza Controlada”: apresenta o jardim que o próprio Monet criou e cultivou como um laboratório artístico. Um convite à contemplação e à conversa em família Além de proporcionar um momento de conexão com a arte e a natureza, a exposição é uma oportunidade de discutir com as crianças temas como sustentabilidade, poluição e urbanização, por meio de imagens que encantam pela beleza e instigam pela profundidade. Monet pintava paisagens, mas também registrava as transformações de um mundo em mudança — algo que continua muito atual.
Curada por Adriano Pedrosa (diretor artístico do MASP) e Fernando Oliva, com assistência de Isabela Ferreira Loures, a mostra propõe um olhar contemporâneo sobre obras criadas entre 1870 e 1920. Segundo Oliva, Monet “teve um olhar atento para as transformações ambientais de seu tempo, da industrialização às cheias e degelos”, o que dá à exposição um caráter educativo sem deixar de ser contemplativo.
Última Chance! Exposição ‘A Ecologia de Monet’ no MASP com noites abertas e gratuidade
A exposição “A Ecologia de Monet” foi prorrogada até 6 de setembro de 2025, e esta é a última semana para conferir de perto o trabalho do pintor francês. Entre 2 e 6 de setembro, o MASP ficará aberto até meia-noite nas terças, quintas, sextas e sábados, oferecendo mais oportunidades para a visitação. E o melhor: com entrada gratuita a partir das 18h.
A mostra reúne 32 pinturas de Claude Monet, muitas delas inéditas no hemisfério sul, e explora a relação do artista com a natureza e as transformações ambientais no final do século XIX. Organizada em cinco núcleos temáticos, a exposição revela como Monet retratou as mudanças ambientais de sua época e a crescente industrialização das paisagens europeias, oferecendo um passeio em família repleto de cores, descobertas e boas conversas entre gerações.
O que esperar do passeio no MASP?
O passeio pelo MASP começa no icônico edifício de Lina Bo Bardi, um dos cartões-postais da Avenida Paulista, e se transforma em uma viagem pelas margens do rio Sena, pelas neblinas londrinas e pelos jardins cultivados de Giverny, onde Monet viveu seus últimos anos.
Dividida em cinco núcleos, a exposição apresenta:
“Os barcos de Monet”: explora a presença constante das embarcações em seus quadros, associando o tema ao curso d’água como parte do cotidiano industrial e natural;
“O Sena como Ecossistema”: destaca o envolvimento do artista com o rio Sena, desde sua infância no norte da França até suas longas explorações das margens do rio. Um grande painel curvo no espaço expositivo simula o trajeto do rio;
“Neblina e Fumaça”: revela como Monet retratou as condições atmosféricas e a poluição urbana de maneira poética e crítica;
“O Pintor como Caçador”: mostra a sensibilidade do artista ao observar e capturar rapidamente mudanças de luz e clima em suas paisagens;
“Giverny: Natureza Controlada”: apresenta o jardim que o próprio Monet criou e cultivou como um laboratório artístico.
Um convite à contemplação e à conversa em família
Além de proporcionar um momento de conexão com a arte e a natureza, a exposição é uma oportunidade de discutir com as crianças temas como sustentabilidade, poluição e urbanização, por meio de imagens que encantam pela beleza e instigam pela profundidade. Monet pintava paisagens, mas também registrava as transformações de um mundo em mudança — algo que continua muito atual.
Curada por Adriano Pedrosa (diretor artístico do MASP) e Fernando Oliva, com assistência de Isabela Ferreira Loures, a mostra propõe um olhar contemporâneo sobre obras criadas entre 1870 e 1920. Segundo Oliva, Monet “teve um olhar atento para as transformações ambientais de seu tempo, da industrialização às cheias e degelos”, o que dá à exposição um caráter educativo sem deixar de ser contemplativo.